
Documentos e planos institucionais para avaliação de cursos — INEP/MEC

Resultado da Avaliação do Ensino-Aprendizagem | NDE | PPC 2026 | Instrumento INEP — Dimensão 1
🎯 Objetivo
Identificar precocemente os discentes em risco de reprovação por nota ou frequência, permitindo intervenção pedagógica antes do exame final.
📚 Fundamentação Teórica
Hadji (2001) denomina esse processo "avaliação formativa reguladora" — a avaliação não serve apenas para atribuir notas, mas para retroalimentar o processo pedagógico em tempo real. Black e Wiliam (1998), em "Inside the Black Box", analisaram mais de 250 estudos e demonstraram que a avaliação formativa é o fator isolado com maior impacto positivo no desempenho discente — superior até à redução do tamanho das turmas. Luckesi (2011) reforça que o diagnóstico contínuo é condição para a "avaliação emancipatória": só se pode intervir pedagogicamente sobre o que se conhece com precisão. No Curso de História, a natureza interpretativa e argumentativa dos conteúdos torna o diagnóstico ainda mais urgente: segundo Rüsen (2001), a consciência histórica se constrói de forma cumulativa e espiral — um aluno que não domina a temporalidade e a causalidade histórica básica (períodos antigo e medieval) dificilmente desenvolverá o "pensamento histórico" necessário para compreender processos modernos e contemporâneos. Schmidt e Garcia (2007) demonstram que o mapeamento das "ideias tácitas" dos alunos sobre a História é o primeiro passo para uma intervenção didática eficaz na perspectiva da "educação histórica".
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + NDE
Prazo
Fev/2026 (início); contínuo
Indicador de Sucesso
100% das turmas com mapa de risco até a 4ª semana; redução de 15% na reprovação por nota
Referências: Black & Wiliam (1998); Hadji (2001); Luckesi (2011); Perrenoud (1999)
🎯 Objetivo
Ampliar o repertório avaliativo dos docentes, superando a dependência exclusiva de provas escritas e incorporando instrumentos mais adequados às especificidades epistemológicas da História.
📚 Fundamentação Teórica
Schmidt e Garcia (2007) demonstram, com base nos pressupostos da "educação histórica" (corrente teórica liderada no Brasil por pesquisadores da UFPR e da UFMG), que o ensino de História exige instrumentos avaliativos coerentes com o "pensar historicamente" — o que não se manifesta apenas em provas dissertativas tradicionais, mas em análises de fontes primárias, debates argumentados, produções audiovisuais, projetos de pesquisa e seminários temáticos. Bittencourt (2004), em "Ensino de História: fundamentos e métodos" — obra de referência nacional adotada em dezenas de programas de pós-graduação em Educação —, aponta que a avaliação em História deve privilegiar a capacidade do aluno de "problematizar, interpretar e construir narrativas coerentes sobre o passado", superando a lógica de "datas e fatos" que ainda permeia muitas avaliações tradicionais. Rüsen (2010), em "Jörn Rüsen e o ensino de história" (obra traduzida e organizada por Schmidt, Barca e Martins), sustenta que a aprendizagem histórica significativa envolve "orientação temporal": o aluno deve ser capaz de mobilizar o passado para interpretar o presente e projetar o futuro — dimensão que nenhuma prova objetiva pode capturar sozinha. Caimi (2014) acrescenta que as fontes históricas digitais (Hemeroteca Digital Brasileira, Arquivo Nacional Digital, acervos do IBGE histórico) abrem possibilidades avaliativas que o professor contemporâneo de História precisa explorar, integrando literacia digital ao pensamento histórico. Perrenoud (1999) sustenta que a diversificação avaliativa é condição da equidade: instrumentos únicos privilegiam determinados perfis cognitivos, excluindo alunos que aprendem de formas distintas. A diversificação avaliativa está diretamente alinhada ao Instrumento INEP/2017 — Indicador 1.9.
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + Docentes do NDE
Prazo
Mar–Jun/2026
Indicador de Sucesso
100% dos Planos de Ensino com ≥ 3 instrumentos avaliativos; satisfação discente com avaliação ≥ 80% (CPA 2026)
Referências: Bittencourt (2004); Schmidt & Garcia (2007); Caimi (2014); Perrenoud (1999); Bloom (1956)
🎯 Objetivo
Assegurar que 100% dos componentes curriculares do Curso de História implementem efetivamente atividades de recuperação paralela ao longo do semestre, e não apenas antes do exame final.
📚 Fundamentação Teórica
A LDB nº 9.394/1996 (art. 24, inciso V, alínea "e") estabelece a obrigatoriedade de "recuperação de estudos de menor rendimento" como direito do discente — não como favor do docente. Luckesi (2011), em "Avaliação da aprendizagem escolar" (22ª edição, Cortez), critica sistematicamente a "pedagogia do exame" — o modelo em que a recuperação é apenas uma segunda chance antes da reprovação formal, sem qualquer intervenção pedagógica real — e propõe a recuperação como parte integrante de um processo avaliativo emancipatório. Hoffmann (2005), em "Avaliação: mito e desafio" — obra que já ultrapassou 35 edições no Brasil —, sustenta que a recuperação só é eficaz quando acompanhada de diagnóstico preciso das lacunas e de estratégias pedagógicas diferenciadas: não basta "dar de novo a mesma matéria". Perrenoud (1999) define a recuperação como "dispositivo de regulação da aprendizagem", que deve ser ativado imediatamente após a identificação das dificuldades — e não acumulado para o final do semestre. No Curso de Licenciatura em História, a recuperação paralela é especialmente relevante porque os conteúdos são cumulativos e interconectados: segundo a perspectiva da Nova História (Le Goff, Burke), a compreensão dos processos históricos exige domínio de longos períodos temporais e de suas inter-relações causais. Um aluno que não compreende as estruturas do Mundo Antigo (Grécia, Roma) dificilmente apreenderá o Feudalismo Medieval; sem domínio deste, o Absolutismo Moderno permanecerá abstrato; e sem Absolutismo, a compreensão das Revoluções do século XVIII perde seu fundamento. A cadeia de pré-requisitos conceituais torna a recuperação imediata condição de equidade e de qualidade formativa.
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + Programa de Monitoria
Prazo
Mar/2026 (implantação); semestral
Indicador de Sucesso
100% dos componentes com recuperação paralela formalizada no Plano de Ensino; redução de 20% nos exames finais
Referências: LDB art. 24 (inciso V); Luckesi (2011); Hoffmann (2005); Hadji (2001)
🎯 Objetivo
Ampliar o uso do AVA Moodle e de recursos digitais como instrumentos de avaliação formativa e somativa, em consonância com o Manual de TIC da FATEC e com as competências digitais exigidas do professor do século XXI.
📚 Fundamentação Teórica
Moran (2007), em "Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica", defende que as TICs não são apenas suporte didático, mas instrumentos de "avaliação autêntica" — quando o aluno produz um podcast histórico, analisa criticamente fontes digitais ou elabora um mapa conceitual interativo, ele demonstra competências que nenhuma prova escrita convencional é capaz de capturar. Kenski (2012), em "Educação e Tecnologias: O novo ritmo da informação", aponta que a avaliação mediada por tecnologias permite ao docente acompanhar o processo de construção do conhecimento em tempo real, fornecendo feedback imediato — o que é especialmente valioso no contexto do ensino noturno, onde o tempo presencial é limitado. Valente (2014), pesquisador da UNICAMP e referência nacional em tecnologia educacional, demonstra que a integração das TICs ao currículo — especialmente em modelos híbridos — pressupõe instrumentos avaliativos digitais que captem não apenas o produto final, mas o processo de aprendizagem. Caimi (2014), especificamente para o Ensino de História, demonstra como os acervos históricos digitais disponíveis gratuitamente no Brasil (Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, Arquivo Nacional Digital, Memória da Administração Pública Brasileira — MAPA) podem transformar a avaliação: ao invés de reproduzir informações sobre documentos históricos, o aluno os analisa diretamente, desenvolvendo a "literacia histórica" que Rüsen (2001) identifica como núcleo da consciência histórica. O CETIC.br (2024) indica que 94% dos professores do ensino superior já utilizam recursos digitais em suas aulas — mas apenas 38% os integram de forma sistemática ao processo avaliativo, o que representa uma lacuna pedagógica a ser superada.
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + TI + PAC 2026
Prazo
Ago/2026
Indicador de Sucesso
100% dos docentes com ≥ 1 avaliação formativa digital/bimestre; uso do Moodle ≥ 85% (meta TIC 2026)
Referências: Moran (2007); Kenski (2012); Caimi (2014); Valente (2014); CETIC.br (2024)
🎯 Objetivo
Institucionalizar o Conselho de Classe Pedagógico como espaço colegiado de análise do desempenho discente, tomada de decisão pedagógica coletiva e planejamento de ações de intervenção.
📚 Fundamentação Teórica
Dalben (2004), em "Trabalho escolar e conselho de classe" (Papirus, 4ª ed.), demonstra, com base em pesquisa empírica realizada em escolas brasileiras, que o conselho de classe, quando realizado de forma participativa e com foco pedagógico — e não apenas burocrático, como mera homologação de notas —, é o principal instrumento de gestão democrática da avaliação e de construção de uma cultura escolar comprometida com a aprendizagem. Lück (2009), em "Dimensões da gestão escolar e suas competências", aponta que a cultura avaliativa institucional sólida se constrói nos espaços coletivos de reflexão e deliberação — e não apenas nas ações isoladas de cada professor em sua sala de aula. Veiga (2001), em "Projeto Político-Pedagógico da escola: uma construção possível", enfatiza que a gestão pedagógica democrática pressupõe instâncias coletivas de avaliação onde docentes, discentes e coordenação compartilham responsabilidades e constroem soluções coletivas. Para o Curso de Licenciatura em História da FATEC, o CCP representa uma ruptura epistemológica necessária: supera a lógica liberal de que a avaliação é responsabilidade exclusiva e individual do docente — e institui a avaliação como prática institucional coletiva, coerente com a tradição crítica do pensamento historiográfico brasileiro, onde Fernand Braudel, Carlo Ginzburg e E.P. Thompson demonstraram que os fenômenos só se compreendem em sua dimensão relacional e contextual. Essa mesma lógica deve orientar a análise coletiva do desempenho discente. O CCP está diretamente alinhado à cultura avaliativa exigida pelo SINAES (Eixo 1) e à dimensão coletiva do Plano Pedagógico Institucional da FATEC.
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso (presidência do CCP)
Prazo
Abr/2026 (1ª reunião); bimestral
Indicador de Sucesso
4 CCPs realizados por ano com ata; 100% dos alunos em risco com plano de ação definido no CCP
Referências: Dalben (2004); Lück (2009); SINAES — Eixo 1; Regimento FATEC
🎯 Objetivo
Ampliar e qualificar o Programa de Monitoria do Curso de História, vinculando-o diretamente às fragilidades identificadas no diagnóstico de aprendizagem e às áreas de maior índice de reprovação histórica.
📚 Fundamentação Teórica
Vygotsky (1991), em "A Formação Social da Mente", demonstrou que a aprendizagem se consolida fundamentalmente na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) — o espaço entre aquilo que o aluno consegue realizar de forma autônoma e o que consegue realizar com o apoio de um par mais experiente ou de um mediador qualificado. O monitor de História, que recentemente vivenciou os mesmos desafios e dificuldades do componente curricular, ocupa precisamente esse papel de mediador ideal: fala "a língua" do aluno, conhece os obstáculos epistemológicos específicos da disciplina e pode criar pontes de compreensão que o professor, com sua expertise consolidada, nem sempre identifica. Tinto (1993), em "Leaving College: Rethinking the Causes and Cures of Student Attrition" — obra que se tornou referência global em estudos sobre permanência no ensino superior —, demonstrou que a integração acadêmica e social dos estudantes é o fator mais poderoso na prevenção da evasão, sendo os programas de monitoria e tutoria por pares um de seus pilares fundamentais. Masetto (2003), em "Competência Pedagógica do Professor Universitário", acrescenta que a monitoria qualifica não apenas o aluno monitorado, mas também o monitor — que desenvolve, no exercício da mediação pedagógica, competências docentes que nenhuma disciplina teórica proporciona isoladamente. Para o Curso de Licenciatura em História da FATEC, onde o perfil socioeconômico do discente noturno inclui trabalhadores que estudam sob pressão de tempo e recursos limitados, a monitoria especializada — especialmente em Metodologia Histórica, Fontes Primárias e Escrita Acadêmica — é simultaneamente uma estratégia de qualidade formativa e de justiça educacional, alinhada aos princípios de equidade do SINAES (Eixo 3 — Políticas de Atendimento ao Discente).
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + Docentes orientadores
Prazo
Mar/2026
Indicador de Sucesso
≥ 4 monitores ativos por semestre; ≥ 80% dos alunos em risco com monitoria acessada; redução de evasão em 10%
Referências: Vygotsky (1991); Tinto (1993); Masetto (2003); Regimento FATEC — art. Monitoria
🎯 Objetivo
Integrar as atividades de extensão curricularizada (Resolução CNE nº 7/2018) ao processo avaliativo do curso, criando instrumentos que avaliem simultaneamente competências acadêmicas e impacto social.
📚 Fundamentação Teórica
Freire (1996), em "Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa", afirma que "não há docência sem discência" e que o ensino separado da prática social é necessariamente abstrato, insuficiente e desumanizador. Essa perspectiva freireana é especialmente pertinente para o Curso de História, cuja tradição crítica — da Escola dos Annales a E.P. Thompson, de Caio Prado Jr. a Ciro Flamarion Cardoso — sempre afirmou a inseparabilidade entre o conhecimento histórico e o compromisso com a transformação social. A curricularização da extensão (Resolução CNE/CES nº 7/2018), ao determinar que 10% da carga horária dos cursos de graduação deve ser destinada a atividades de extensão curricularizada, criou uma oportunidade pedagógica sem precedentes: integrar sistematicamente a prática social ao currículo e à avaliação. Nogueira (2001), em "Extensão universitária: diretrizes conceituais e políticas", demonstra que a extensão universitária, quando bem articulada ao ensino e devidamente avaliada, desenvolve competências que nenhuma avaliação intramuros captura isoladamente: capacidade de adaptação a contextos imprevisíveis, resolução de problemas concretos, comunicação com públicos não especializados e compromisso com a cidadania. Martins (2012), analisando especificamente os cursos de Licenciatura em História no Brasil, demonstra que os projetos de extensão em escolas públicas, museus, centros de memória comunitária e meios de comunicação são espaços privilegiados de desenvolvimento da identidade docente — o aluno-professor não apenas aprende a ensinar, mas aprende ensinando. Para o Curso de História da FATEC, onde a extensão inclui projetos nas escolas parceiras, na Rádio UNIFATEC, em acervos históricos locais e em projetos de memória da cidade de Votuporanga, essa integração entre avaliação, ensino e extensão é especialmente rica e estratégica.
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + Núcleo de Pesquisa e Extensão
Prazo
Ago/2026
Indicador de Sucesso
100% das 200h de extensão com instrumento avaliativo formal; Mostra de Extensão realizada semestralmente
Referências: Freire (1996); Nogueira (2001); Resolução CNE/CES nº 7/2018; PPC História FATEC 2026
🎯 Objetivo
Promover formação continuada específica do corpo docente do Curso de História nos fundamentos teóricos e nas práticas avaliativas contemporâneas, superando modelos tradicionais centrados exclusivamente na prova dissertativa.
📚 Fundamentação Teórica
Shulman (1986), em seu seminal artigo "Those who understand: Knowledge growth in teaching" (Educational Researcher), propôs o conceito de "conhecimento pedagógico do conteúdo" (PCK — Pedagogical Content Knowledge): o professor verdadeiramente eficaz não é apenas quem domina profundamente o conteúdo de sua área (o historiador que conhece a Revolução Francesa), mas quem sabe como tornar esse conteúdo ensinável, aprendível e avaliável de forma coerente com os objetivos do curso. Um professor de História Moderna que avalia apenas por prova escrita dissertativa pode estar perdendo dimensões essenciais do "pensar historicamente" identificadas por Rüsen (2001): a análise crítica de fontes primárias, a empatia histórica (capacidade de compreender agentes do passado em seu contexto), a multiperspectividade (análise de um mesmo evento por diferentes perspectivas sociais) e a significância histórica (capacidade de julgar o que importa historicamente e por quê). Tardif (2002), em "Saberes docentes e formação profissional" (Vozes, 2002) — obra que se tornou referência obrigatória nos cursos de Licenciatura brasileiros —, aponta que os saberes avaliativos dos professores são em grande parte tácitos, informais e adquiridos empiricamente na prática cotidiana — e, portanto, precisam ser explicitados, problematizados e renovados de forma sistemática pela formação continuada. García (1999), em "Formação de Professores: para uma mudança educativa", reforça que a formação continuada é mais eficaz quando parte dos problemas reais da prática docente — e o problema central deste Plano de Ação (os índices de reprovação e a fragilidade dos instrumentos avaliativos) fornece exatamente esse ponto de partida. Imbernón (2010), em "Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza" (Cortez, 8ª ed.), acrescenta que a formação continuada de maior impacto ocorre no próprio espaço de trabalho, em comunidades de prática colaborativas — como os grupos de estudos do NDE propostos neste Plano. O PAC 2026 da FATEC prevê ≥ 20h anuais por docente em formação pedagógica e digital, criando as condições institucionais para a implementação desta ação.
✅ Ações a Implementar
Responsável
Coordenador do Curso + PAC 2026 (RH)
Prazo
Abr–Jun/2026
Indicador de Sucesso
100% dos docentes com ≥ 20h de formação em avaliação em 2026; NDE com ata de 4 reuniões/ano
Referências: Shulman (1986); Tardif (2002); Masetto (2003); PAC FATEC 2026
Votuporanga – SP, 15 de outubro de 2026
Cleodinéia M. Palácio
Reitora
Mizael Pereira Sena
Presidente — FATEC
João Carlos Aparecido Braz
Diretor Acadêmico
Marlon Caienelo Dias Campos
Chefe do Núcleo de Pesquisa e Extensão
FATESP - Faculdade Tecnológica de São Paulo | secretaria@fatecc.com.br | (17) 3421-5653